Muito antes de a Anomalia do Atlântico Sul ganhar espaço em debates científicos e reportagens sobre interferências magnéticas na Terra, um grupo de pesquisadores já apontava uma região específica de Mato Grosso do Sul como um ponto estratégico ligado ao fenômeno.
A declaração voltou a repercutir após uma transmissão da Dakila Pesquisas, na qual o empresário e ufólogo Urandir Fernandes de Oliveira afirmou que o local conhecido como Zigurats, em Corguinho (MS), teria sido demarcado há cerca de 30 anos com base em estudos relacionados ao eletromagnetismo terrestre.
Segundo Urandir, o grupo utilizou equipamentos de medição e cálculos próprios para identificar o que chamou de “centro eletromagnético mundial”.
Região teria sido marcada antes da popularização da Anomalia do Atlântico Sul
Durante live no Youtube, Urandir afirmou que a ciência só passou a discutir amplamente a Anomalia do Atlântico Sul nos últimos 15 anos. No entanto, segundo ele, a equipe da Dakila já monitorava alterações magnéticas na região muito antes disso.
“Há 30 anos atrás, nós marcamos a construção da pirâmide que nós chamamos hoje de Monumento Escalonado aqui em Zigurats, sabendo já da anomalia do Atlântico Sul”, declarou.
A Anomalia do Atlântico Sul é uma área onde o campo magnético terrestre apresenta menor intensidade. O fenômeno chama atenção de pesquisadores porque permite maior incidência de radiação espacial em determinadas regiões do planeta. Atualmente, cientistas acompanham os impactos da anomalia em satélites, sistemas de comunicação e equipamentos espaciais.
Corguinho estaria no centro do fenômeno, segundo pesquisador
De acordo com Urandir Fernandes, os cálculos realizados pelo grupo indicariam que o eixo central da anomalia estaria localizado justamente sobre a região de Zigurats, em Corguinho. Ainda segundo ele, a influência do fenômeno alcançaria outras áreas do Brasil e países vizinhos.
“Ela pega todo o Mato Grosso do Sul, Campo Grande, parte de São Paulo, Paraná, Bolívia e Paraguai”, explicou.
O empresário também relacionou a redução do campo eletromagnético terrestre ao aumento de observações aéreas incomuns na região.
Ufologia, radiação espacial e objetos não identificados
Na visão apresentada durante a live, a diminuição do campo magnético facilitaria fenômenos ligados à ufologia. “Isso facilita a observação do espaço aéreo e a identificação de objetos anônimos”, disse Urandir.
O pesquisador também associou o tema a conceitos debatidos atualmente pela física teórica, como dobra espacial, teoria das cordas e interferências gravitacionais. “Hoje a ciência está começando a se arrastar na dobra espacial, na teoria das supercordas. Eles já estão milhares de anos na frente”, afirmou.
