Arquivo de Ciência - UN News https://unnews.com.br/ciencia/ O seu Portal de notícias na TV Mon, 02 Mar 2026 22:52:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://unnews.com.br/wp-content/uploads/2025/07/UN-News-favicon2.jpg Arquivo de Ciência - UN News https://unnews.com.br/ciencia/ 32 32 Março promete: veja o que o céu reserva no calendário astronômico de 2026 https://unnews.com.br/marco-promete-veja-o-que-o-ceu-reserva-no-calendario-astronomico-de-2026/ https://unnews.com.br/marco-promete-veja-o-que-o-ceu-reserva-no-calendario-astronomico-de-2026/#respond Mon, 02 Mar 2026 22:52:50 +0000 https://unnews.com.br/?p=620 Se você gosta de acompanhar o céu de perto, este mês merece atenção especial

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O mês de março chega com uma sequência de fenômenos astronômicos que prometem movimentar o céu e também a curiosidade de quem gosta de observar os astros. O calendário foi organizado pelo CICTEC Dakila (Centro de Inovação, Ciência e Tecnologia), em Zigurats, que acompanha e divulga eventos relevantes para pesquisadores e interessados em astronomia.

Esta é apenas a primeira parte do que vai acontecer ao longo do mês. Vamos acompanhar e divulgar todas as datas, explicando cada fenômeno de forma simples e acessível para quem gosta de entender o que está acontecendo lá em cima.

Fique atento às primeiras datas:

Dia 3: Lua Cheia e Lua de Sangue (Eclipse)

O mês já começa com impacto. No dia 3, teremos Lua Cheia acompanhada de eclipse, fenômeno conhecido popularmente como “Lua de Sangue”.

Durante o eclipse lunar, a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre ela. A coloração avermelhada acontece por causa da dispersão da luz solar na atmosfera terrestre. É um dos eventos mais aguardados por quem gosta de astronomia, tanto pela beleza quanto pela raridade.

Dependendo das condições climáticas da sua região, pode ser uma excelente oportunidade para observar o céu com mais atenção.

Dia 8: Vênus próximo de Saturno

No dia 8, Vênus e Saturno aparecerão visualmente próximos no céu. Esse fenômeno é chamado de conjunção.

Embora os planetas estejam muito distantes entre si no espaço, da nossa perspectiva aqui da Terra eles parecem quase alinhados. Esse tipo de encontro cria um efeito visual interessante e costuma chamar a atenção até de quem não acompanha astronomia com frequência.

É um bom momento para observação ao amanhecer ou ao anoitecer, dependendo da visibilidade na sua região.

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30×30 e Década da Ciência colocam o Brasil no centro da agenda global de sustentabilidade https://unnews.com.br/30x30-e-decada-da-ciencia-colocam-o-brasil-no-centro-da-agenda-global-de-sustentabilidade/ https://unnews.com.br/30x30-e-decada-da-ciencia-colocam-o-brasil-no-centro-da-agenda-global-de-sustentabilidade/#respond Mon, 26 Jan 2026 19:55:23 +0000 https://unnews.com.br/?p=565 Iniciativas internacionais destacam a pesquisa científica como base para políticas ambientais

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A agenda internacional de sustentabilidade reúne duas iniciativas em andamento: o compromisso 30×30, que estabelece a meta de proteger 30% das áreas terrestres e marinhas do planeta até 2030, e a Década Internacional de Ciências para o Desenvolvimento Sustentável, lançada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Ambas apontam a pesquisa científica como elemento central para orientar ações de preservação ambiental e políticas públicas.

O Brasil ocupa posição estratégica nesse cenário por concentrar grande diversidade ambiental e extensas áreas naturais. Biomas como florestas, áreas úmidas, savanas e zonas costeiras colocam o país entre os territórios mais relevantes para o cumprimento das metas globais de conservação e para a produção de dados ambientais.

O compromisso 30×30 prevê mais do que a delimitação de áreas protegidas. A proposta inclui monitoramento contínuo, gestão dos territórios e participação de comunidades locais. Para isso, a ciência fornece informações que auxiliam na tomada de decisões, na avaliação de impactos e no acompanhamento dos resultados das ações adotadas.

A Década da Ciência para o Desenvolvimento Sustentável reforça a necessidade de pesquisas de longo prazo e de integração entre diferentes áreas do conhecimento. A iniciativa busca aproximar ciência, sociedade e políticas públicas, reconhecendo que os desafios ambientais exigem dados consistentes e análise contínua.

Para o Brasil, essas agendas ampliam a demanda por pesquisas de campo, observação ambiental e produção de conhecimento sobre o próprio território. A diversidade de ecossistemas permite contribuições em estudos sobre biodiversidade, clima, conservação e uso dos recursos naturais.

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Por que grande parte do território brasileiro ainda é pouco conhecida https://unnews.com.br/por-que-grande-parte-do-territorio-brasileiro-ainda-e-pouco-conhecida/ https://unnews.com.br/por-que-grande-parte-do-territorio-brasileiro-ainda-e-pouco-conhecida/#respond Tue, 20 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://unnews.com.br/?p=552 Extensão territorial, diversidade ambiental e lacunas históricas explicam desafios na produção de conhecimento

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O Brasil possui mais de 8,5 milhões de quilômetros quadrados e apresenta ampla diversidade ambiental e social. Essa combinação faz com que grandes áreas do país ainda sejam pouco estudadas de forma sistemática, sobretudo fora dos grandes centros urbanos e acadêmicos, o que impõe desafios à produção de conhecimento.

Dados de instituições oficiais indicam que extensas regiões do território nacional ainda carecem de mapeamento detalhado em áreas como geografia, biodiversidade, ocupação humana e dinâmica ambiental. Mesmo regiões já mapeadas continuam gerando novas informações à medida que métodos de observação, registro e análise são aprimorados.

Além da dimensão territorial, o país apresenta lacunas na forma como sua história foi registrada. Durante longos períodos, registros e interpretações priorizaram recortes externos ou interesses específicos, o que resultou na ausência de perspectivas regionais e de experiências locais nos processos de documentação histórica.

A diversidade cultural e ambiental amplia a complexidade desse cenário. O Brasil reúne diferentes biomas, climas e formas de ocupação humana, o que dificulta análises generalizadas. Cada região apresenta características próprias que exigem investigação contínua, observação prolongada e análise integrada.

Outro fator está relacionado ao ritmo dos processos naturais e sociais. Fenômenos ligados ao solo, à vegetação, à ocupação do espaço e à organização comunitária ocorrem de forma gradual e demandam acompanhamento ao longo do tempo para uma compreensão mais ampla.

Nesse contexto, o estudo do território brasileiro depende da articulação entre dados técnicos, trabalho de campo, registros sistemáticos e revisão constante de interpretações anteriores. A produção de conhecimento ocorre de forma acumulativa, conectando diferentes áreas de pesquisa e ampliando a compreensão sobre o país ao longo do tempo.

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Participar, coletar, descobrir: o crescimento da ciência cidadã no Brasil https://unnews.com.br/participar-coletar-descobrir-o-crescimento-da-ciencia-cidada-no-brasil/ https://unnews.com.br/participar-coletar-descobrir-o-crescimento-da-ciencia-cidada-no-brasil/#respond Tue, 06 Jan 2026 16:27:29 +0000 https://unnews.com.br/?p=537 Iniciativas que envolvem o público geral em pesquisas científicas ganham espaço como estratégias colaborativas de produção de conhecimento

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Iniciativas que envolvem o público geral em pesquisas científicas ganham espaço como estratégias colaborativas de produção de conhecimento

A ciência cidadã é uma abordagem de pesquisa que envolve a participação ativa do público em geral, cidadãos voluntários, amadores e entusiastas, em diferentes etapas do processo científico, como a coleta, a análise e o compartilhamento de dados. A prática aproxima a ciência da sociedade e cria oportunidades para que pessoas sem formação acadêmica formal contribuam com projetos relevantes em diversas áreas do conhecimento.

No Brasil, a ciência cidadã tem se consolidado de forma gradual em diferentes frentes. Plataformas como a Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), por meio da iniciativa Civis, reúnem projetos voluntários que incentivam a participação social não apenas na coleta de dados, mas também em outras fases da pesquisa científica.

Grande parte dos projetos registrados no cenário nacional concentra-se em áreas como ciências biológicas, meio ambiente e monitoramento ecológico. Muitos utilizam tecnologias móveis para a coleta de dados em campo, o que contribui para ampliar a capilaridade das pesquisas e para tornar o acesso à produção científica mais distribuído, além de fortalecer a conscientização pública sobre questões socioambientais.

Essas iniciativas também se organizam em redes colaborativas. Um exemplo é a Rede Brasileira de Ciência Cidadã (RBCC), criada com a proposta de integrar pesquisadores, instituições e participantes voluntários, promovendo a articulação e o fortalecimento da ciência cidadã no país.

Experiências internacionais reforçam o alcance desse modelo. Plataformas como a Zooniverse conectam milhares de voluntários ao redor do mundo em atividades como identificação de imagens, classificação de dados e análise de registros científicos, demonstrando o impacto coletivo dessa abordagem e servindo de referência para iniciativas nacionais.

Essas práticas também exercem um papel educativo ao estimular o engajamento comunitário. Assim, a ciência cidadã contribui para ampliar a compreensão pública sobre métodos científicos, temas ambientais e desafios sociais contemporâneos, ao mesmo tempo que reforça a relação entre ciência, educação e participação social.

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