
O autismo não é uma doença, mas sim um transtorno no desenvolvimento, e cada pessoa no espectro traz características e habilidades únicas. Segundo o IBGE, 2,4 milhões de brasileiros já foram diagnosticados com autismo, um número que cresce principalmente entre crianças de 5 a 9 anos, mostrando que as famílias estão mais atentas aos sinais. Mas, ao mesmo tempo, em que se fala muito das dificuldades sociais e cognitivas, os talentos e potenciais acabam sendo esquecidos. Alguns autistas apresentam memória excepcional, atenção aos detalhes, criatividade, hiperfoco e até superdotação em determinadas áreas.
Para entender melhor como esses talentos podem favorecer a inclusão e ampliar a visibilidade da causa, a psicóloga Juliana Barbato, especialista em neurodivergência e autismo, traz reflexões importantes sobre como a sociedade e as escolas podem se preparar para valorizar essas habilidades e derrubar preconceitos. Confira!
