A região de Zigurats, localizada em Corguinho, voltou ao centro das discussões sobre fenômenos eletromagnéticos e ufologia após novas declarações de Urandir Fernandes de Oliveira, CEO da Dakila Pesquisas. Segundo ele, o local já havia sido identificado há cerca de 30 anos como um ponto estratégico ligado à Anomalia do Atlântico Sul.
De acordo com Urandir, a equipe da Dakila realizou estudos avançados sobre eletromagnetismo terrestre muito antes de o fenômeno ganhar destaque em debates científicos internacionais. A partir dessas análises, o grupo definiu Zigurats como uma área central dentro da malha eletromagnética do planeta.
“Há 30 anos atrás, nós marcamos a construção da pirâmide que nós chamamos hoje de Monumento Escalonado aqui em Ziguráti, sabendo já da anomalia do Atlântico Sul”, declarou.
Saiba mais sobre a pesquisa conduzida por Dakila
A Anomalia do Atlântico Sul corresponde a uma região onde o campo magnético terrestre apresenta menor intensidade. Esse fenômeno desperta atenção por permitir maior incidência de radiação espacial sobre determinadas áreas do planeta.
Segundo as pesquisas conduzidas pela Dakila, os cálculos realizados pelo grupo apontam que o eixo central da anomalia estaria posicionado justamente sobre Zigurats, em Mato Grosso do Sul. “Hoje a Anomalia do Atlântico Sul parou 100% em cima deZigurats”, afirmou Urandir.
Além disso, ele explicou que a influência da anomalia alcançaria uma extensa área da América do Sul, incluindo regiões do Brasil e países vizinhos. “Ela pega todo o Mato Grosso do Sul, Campo Grande, parte de São Paulo, Paraná, Bolívia e Paraguai”, destacou.
Ainda segundo Urandir Fernandes de Oliveira, a diminuição do campo eletromagnético terrestre favorece alterações importantes na atmosfera. Consequentemente, amplia a observação de fenômenos aéreos considerados incomuns. “Isso facilita a observação do espaço aéreo e a identificação de objetos anônimos”, disse.
Além disso, as pesquisas realizadas pela Dakila Pesquisas também relacionam o tema a conceitos avançados ligados à dobra espacial, teoria das supercordas e interferências gravitacionais. Para Urandir, civilizações altamente evoluídas já dominariam esse conhecimento há milhares de anos. “Hoje a ciência está começando a se arrastar na dobra espacial, na teoria das supercordas. Eles já estão milhares de anos na frente”, afirmou.
Anomalia do Atlântico Sul faz parte de uma estrutura energética complexa ligada à história ancestral do planeta
Ao longo dos últimos anos, a região de Zigurats ganhou notoriedade entre pesquisadores independentes, estudiosos da ufologia e pessoas interessadas em fenômenos ligados ao eletromagnetismo terrestre. Dessa forma, o local passou a ser visto como um dos principais pontos de observação e análise da relação entre alterações magnéticas e atividades aéreas incomuns.
Enquanto isso, o avanço da Anomalia do Atlântico Sul segue despertando atenção em diferentes partes do mundo. O fenômeno continua sendo monitorado devido aos impactos sobre satélites, sistemas eletrônicos e equipamentos espaciais que atravessam a área.
Dentro das pesquisas conduzidas pela Dakila, no entanto, a anomalia representa muito mais do que um fenômeno magnético. Segundo Urandir Fernandes de Oliveira, ela também faz parte de uma estrutura energética complexa ligada à história ancestral do planeta e aos caminhos eletromagnéticos que conectam diferentes regiões da Terra.
