CEO da Dakila Pesquisas, Urandir Fernandes de Oliveira voltou a defender a necessidade de romper barreiras ideológicas e sistemas rígidos de crenças para ampliar a evolução humana e a busca pelo conhecimento.
O empresário afirmou que grande parte das discussões atuais acaba presa em disputas ideológicas, impedindo avanços concretos e análises mais profundas sobre diferentes fenômenos. Urandir é conhecido por liderar pesquisas independentes sobre temas considerados alternativos pela ciência tradicional.
Segundo ele, muitas pessoas criticam os estudos desenvolvidos pela Dakila sem sequer conhecer a metodologia aplicada pelo grupo. “Fica travado, patinando na lama, e a evolução ao invés de progredir, na realidade regride”, declarou.
Urandir Fernandes de Oliveira critica julgamentos sem pesquisa de campo
Durante live da Dakila no Youtube, o pesquisador afirmou que existe um comportamento recorrente de condenação antecipada por parte de pessoas que nunca participaram das pesquisas desenvolvidas pela organização.
De acordo com ele, muitos críticos demonstram convicções intensas sem terem realizado análises práticas ou estudos aprofundados sobre os experimentos apresentados pelo grupo.
“As pessoas têm uma convicção fervorosa de que estão certas, independente de estudos, resultados. Não foram a campo, não fizeram nada, mas falam com muita raiva da Dakila”, afirmou.
O empresário também destacou que o grupo busca desenvolver pesquisas de maneira independente, priorizando observações práticas e resultados experimentais.
Dakila afirma manter posição neutra entre ciência e religião
Urandir também abordou temas ligados à espiritualidade. O pesquisador explicou que a Dakila utiliza diferentes fontes históricas e filosóficas como instrumentos de consulta, incluindo textos antigos e referências bíblicas.
Segundo ele, isso não significa adoção de fanatismo religioso ou confronto com setores científicos. “A Bíblia para nós é um livro de consulta extraordinário. Mas nós não somos fanáticos religiosos, nós não vamos ficar brigando pela fé ou por Deus”, declarou.
O pesquisador também mencionou antigos pergaminhos e registros históricos anteriores ao período bíblico, afirmando que muitas narrativas já circulavam milhares de anos antes das compilações conhecidas atualmente.
“Antes da Bíblia existiam pergaminhos de 30 mil anos com informações semelhantes. Então a Bíblia compilou histórias antigas de fatos que já tinham acontecido”, afirmou.
Terra convexa segue entre os estudos defendidos pela Dakila
A Dakila Pesquisas ganhou projeção nacional e internacional após lançar, em 2018, o documentário “Terra Convexa”, que apresenta a tese defendida pelo grupo de que a Terra seria convexa nos continentes e plana nas águas.
Por fim, a teoria desafia diretamente o modelo esférico tradicionalmente aceito pela ciência convencional e continua gerando debates entre pesquisadores independentes, curiosos e estudiosos de fenômenos alternativos.
Além disso, Urandir Fernandes de Oliveira chegou a oferecer uma recompensa de R$ 9 milhões para quem conseguir refutar experimentalmente os estudos e testes realizados pelo grupo.
“Nós queremos resultados”, afirma pesquisador
Ao final do posicionamento, Urandir reforçou que a proposta da Dakila não está ligada a disputas ideológicas, religiosas ou políticas, mas sim à busca contínua por respostas e novos conhecimentos: “Não tem que ter isso para você chegar em um resultado. Nós não entramos nessa seara, nossa parte aqui é neutra”, afirmou.
“Nós queremos paz com todo mundo. Não queremos confusão, muito menos sobre ideologias. Nós queremos resultados, isso que importa para nós”, concluiu.
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