Parte da equipe da Dakila está na Amazônia trabalhando intensamente na implantação da estrutura do Safari Brasil. O projeto promete, em breve, abrir as portas para receber pesquisadores, associados e visitantes interessados em conhecer de perto uma das regiões mais fascinantes do planeta.
Além dos desafios naturais da missão, a experiência tem despertado um sentimento especial entre os integrantes da equipe. Além disso, o cenário amazônico e a rotina de trabalho lembram os primeiros anos da Dakila, quando a instituição iniciava sua trajetória em Corguinho, no Mato Grosso do Sul.
A mesma essência que marcou o início da Dakila
Assim como aconteceu nos primeiros anos da sede em Corguinho, a equipe enfrenta uma rotina cercada pela natureza e pela dedicação ao desenvolvimento da infraestrutura necessária para as futuras atividades.
Naquela época, por exemplo, a energia elétrica era fornecida por geradores, que funcionavam apenas durante parte do dia. Além disso, o acesso acontecia por estradas desafiadoras, exigindo planejamento, perseverança e espírito de equipe. Mesmo diante dessas dificuldades, foi justamente nesse ambiente que nasceu uma comunidade unida pelo propósito da pesquisa e da construção de um projeto inovador.
Os “dinossauros” ajudaram a construir essa história
Grande parte da trajetória da Dakila se construiu pelos pesquisadores mais antigos, conhecidos carinhosamente como “dinossauros”. Foram eles que participaram das primeiras expedições, enfrentaram desafios logísticos e contribuíram para transformar um sonho em uma referência para milhares de pessoas.
Cada experiência vivida naquela fase ajudou a consolidar os valores que continuam presentes na instituição até hoje: dedicação, cooperação e busca constante pelo conhecimento.
Safari Brasil, de Dakila, prepara uma nova etapa dessa jornada
Por fim, a implantação da base do Safari Brasil representa mais um importante capítulo dessa história. Em breve, muitas pessoas poderão vivenciar experiências semelhantes às que marcaram o início da Dakila, conhecendo de perto a riqueza natural da Amazônia e acompanhando os projetos desenvolvidos na região.
Ao mesmo tempo, o novo espaço permitirá que futuras gerações compreendam por que os primeiros anos da instituição permanecem tão vivos na memória de quem participou dessa construção.
