As pesquisas de campo da Dakila Pesquisas seguem avançando em diferentes regiões do Brasil. Desta vez, a equipe esteve em uma área localizada entre Juquitiba, Embu-Guaçu e Itanhaém, já na região da Serra do Mar, dando continuidade às investigações ligadas a estruturas subterrâneas e possíveis vestígios históricos ocultos na Mata Atlântica.
A nova expedição reuniu pesquisadores em uma área apontada por moradores locais, algo que, segundo a equipe, acontece com frequência durante os trabalhos realizados em campo.
“Muitos dos locais chegam até nós por indicação dos próprios moradores, pessoas que convivem há anos com estruturas e pontos que chamam atenção na região”, explicou o pesquisador durante a gravação da expedição.
Cavidade apresenta características diferentes das anteriores
Durante a investigação, a equipe identificou uma nova cavidade com características semelhantes a outras já documentadas anteriormente pela Dakila Pesquisas. No entanto, alguns detalhes observados chamaram atenção dos pesquisadores.
Entre os principais diferenciais estão a extensão da estrutura e uma bifurcação interna identificada durante a análise preliminar.
“Hoje nós estamos próximos à Serra do Mar, entre Juquitiba, Embu-Guaçu e Itanhaém. Localizamos aqui uma cavidade e agora vamos verificar esse ponto para que posteriormente a equipe técnica da Dakila venha realizar uma investigação completa”, afirmou o pesquisador.
Segundo ele, a próxima etapa deverá contar com equipamentos especializados utilizados pela equipe multidisciplinar da instituição. “A equipe maior vai passar LiDAR e outros recursos ligados à arqueologia, geologia e à própria história do Brasil”, destacou.
Expedição percorreu mata fechada em busca de novos acessos
Após a primeira análise da cavidade, os pesquisadores seguiram por uma área de mata fechada em busca de novos vestígios subterrâneos.
De acordo com os relatos da equipe, outro possível acesso foi localizado pouco tempo depois. “Depois que saímos daquela cavidade, encontramos mais um vestígio que pode dar acesso a outras estruturas subterrâneas”, contou o pesquisador.
Por causa das condições do ambiente, a equipe também alertou sobre a necessidade de cuidados específicos durante esse tipo de exploração.
“Para entrar em uma cavidade como essa, é necessário utilizar equipamentos de proteção, como luvas e máscaras, principalmente pela presença de morcegos e outros vestígios de animais”, explicou.
Estruturas semelhantes a silos também foram encontradas
Outro ponto analisado durante a expedição chamou atenção pelas características consideradas incomuns dentro da Mata Atlântica.
Segundo a equipe, a região apresentou formações que podem estar relacionadas a antigos silos ou estruturas similares.
“Aqui encontramos mais um ponto de estudo. Pode ser um silo ou algo parecido, localizado cerca de 150 a 200 metros da primeira cavidade analisada”, relatou.
As imagens divulgadas mostram grandes formações subterrâneas em meio à vegetação densa da Serra do Mar. Além disso, o pesquisador destacou o tamanho das estruturas identificadas durante a expedição. “Eu tenho 1,85 metro e consigo ficar tranquilamente dentro dessa cavidade”, comentou enquanto mostrava o interior do local.
Dakila Pesquisas amplia investigações ligadas ao Caminho de Peabiru
A nova expedição também reforça os estudos conduzidos pela Dakila Pesquisas sobre possíveis conexões históricas e geográficas ligadas ao Caminho de Peabiru.
Segundo os pesquisadores, cada nova investigação amplia o entendimento sobre regiões que ainda preservam estruturas pouco conhecidas e possíveis vestígios históricos ocultos pela vegetação da Mata Atlântica.
“O ponto de hoje trouxe grandes cavidades e estruturas dentro da Mata Atlântica, já próximo à Serra do Mar. O Caminho de Peabiru e a Dakila Pesquisas seguem avançando cada vez mais”, concluiu o pesquisador.
