A construção do monumento escalonado da Dakila Pesquisas, na Cidade Zigurats, avança em ritmo muito acima do previsto. Agora, ela já começa a chamar atenção de pesquisadores independentes interessados em tecnologias energéticas e estruturas frequenciais.
O projeto, inicialmente planejado para ser concluído em aproximadamente cinco anos, agora deve ficar pronto em menos de dois. Segundo Urandir Fernandes de Oliveira, o avanço ocorre dentro do conceito “50 em 1”. A proposta é defendida pela instituição para acelerar processos considerados fundamentais para o desenvolvimento humano e tecnológico.
“Teoricamente, levaria cinco anos para terminar essa pirâmide. Nós queremos concluir em um ano e meio ou dois anos”, explicou Urandir durante visita técnica ao local.
Centro da estrutura teria função energética e frequencial
Mais do que um monumento arquitetônico, a estrutura foi projetada para atuar como um sistema gerador de energia. No centro da pirâmide será instalado um elevador cercado por um eixo considerado estratégico para concentração de frequências eletromagnéticas e energia taquiônica.
Segundo Urandir, o núcleo da construção opera em uma frequência de 0,3 hertz por segundo, valor que, de acordo com estudos defendidos pela Dakila, estaria relacionado diretamente à frequência do pensamento humano.
“Essa energia produzida poderá auxiliar no desenvolvimento sensorial, na percepção e na conexão com realidades paralelas”, afirmou.
Pesquisadores ligados ao projeto defendem que antigas pirâmides espalhadas pelo planeta também funcionavam conforme estruturas de manipulação energética, capazes de interferir em campos eletromagnéticos e processos biológicos.
Cristais no topo poderão emitir luzes conforme atividade cósmica
Outro detalhe que chama atenção envolve a instalação de cristais especiais a cerca de 63 metros de altura. De acordo com Urandir Fernandes de Oliveira, esses cristais reagirão às movimentações da energia cósmica, emitindo luminosidades específicas conforme as oscilações energéticas do ambiente.
A proposta lembra teorias que associam minerais cristalinos à condução de energia e ressonância frequencial. Esses conceitos frequentemente entram em debates em pesquisas sobre tecnologias antigas e arqueologia alternativa.
“As luzes geradas pela movimentação energética serão um dos pontos centrais da estrutura”, destacou o pesquisador.
Artefatos vibracionais incorporados ao concreto da pirâmide
A construção também incorpora artefatos considerados estratégicos para amplificação energética. De acordo com os responsáveis pelo projeto, os objetos estão sendo posicionados em pontos específicos da ferragem e do concreto para estimular a geração de energia taquiônica.
Esses elementos estariam conectados ao chamado “cofre vibracional”, setor coordenado por Adriana Bueno dentro da instituição. Desse modo, a proposta, segundo a Dakila, é potencializar frequência, metabolismo, percepção e desempenho cognitivo dos visitantes conectados ao ambiente.
A iniciativa transforma a Cidade Zigurats em um dos projetos mais incomuns atualmente em desenvolvimento no Brasil, reunindo conceitos de engenharia, frequência eletromagnética, arquitetura monumental e estudos energéticos em uma única estrutura.
Cidade Zigurats se torna polo de pesquisas alternativas
Nos últimos anos, a Cidade Zigurats passou a atrair visitantes, pesquisadores e curiosos interessados em temas ligados a energia, consciência, arqueologia alternativa e fenômenos não convencionais.
Por fim, com a evolução acelerada do monumento escalonado, o local amplia sua proposta de se tornar um centro experimental voltado ao estudo de frequências, percepção humana e possíveis interações entre energia cósmica e estruturas arquitetônicas.
