O documentário “Terra Convexa”, produzido pela Dakila Pesquisas, continua repercutindo dentro e fora do Brasil desde seu lançamento em 2018. Traduzido para diversos idiomas e disponível também no canal internacional “Convex Earth”, o material reúne experimentos e análises que, segundo os pesquisadores da instituição, comprovam que a Terra possui continentes convexos e águas planas.
Além disso, o projeto ganhou destaque nas redes sociais, fóruns internacionais e plataformas de vídeo, ampliando o debate sobre modelos geográficos e astronômicos. Para Rafael Hungria, psicólogo, palestrante e consultor da Dakila Pesquisas, o tema provocou uma verdadeira quebra de paradigmas.
Dakila defende metodologia científica nos experimentos
De acordo com Rafael Hungria, a Dakila sempre conduziu os estudos com foco em pesquisa científica e desenvolvimento metodológico, sem ligação com crenças religiosas ou ideológicas.
“O assunto da terra convexa gerou uma polêmica danada. Desde 2018, a Dakila vem apresentando as evidências e isso deu o que falar na internet e na mídia”, afirmou em live.
Segundo ele, a associação lançou desafios públicos para ampliar o debate científico sobre os experimentos realizados pela equipe. “Foi colocado um desafio para a Rede Globo e até hoje não tivemos nenhum tipo de retorno ou tentativa de parceria para novas pesquisas”, declarou.
Nesse meio tempo, Hungria também comentou sobre a relação inicial entre grupos que defendiam a chamada “terra plana” e os pesquisadores da Dakila.
“Mesmo aqueles que defendem a teoria da terra plana, no início até estavam buscando parceria com a Dakila, mas depois acabaram misturando crenças religiosas. Nós sempre focamos na pesquisa científica e nossos pesquisadores sempre passaram em lives que tudo foi feito em metodologia científica, nunca nos baseamos em crença”, explicou.
Série de experimentos durou sete anos
Ainda segundo Rafael Hungria, os estudos conduzidos pela Dakila Pesquisas envolveram anos de trabalho de campo, viagens internacionais e desenvolvimento de equipamentos adaptados exclusivamente para os testes realizados pela equipe.
“Depois, pesquisadores da Dakila foram comprovar através de experimentos, por sete anos, quando o documentário foi lançado. Foi um investimento com muitas viagens, equipamentos adaptados e tudo para realizar experimentos inéditos na ciência e pesquisa”, disse.
Além disso, Hungria destacou que os métodos aplicados pela associação seguiram uma linha própria de investigação. “Ninguém tinha feito da forma como a Dakila fez. Veio para abalar as estruturas da ciência e foi uma quebra de paradigmas”, afirmou.
Dakila reapresenta desafio para auditoria dos testes
Por fim, com a retomada do debate nas redes sociais e em novos projetos audiovisuais da instituição, Rafael Hungria afirmou que a Dakila está aberta para auditorias e repetições dos experimentos já apresentados no documentário.
“Agora, como o desafio foi feito e está sendo reapresentado, é uma questão de repetir o experimento, com auditoria, tudo certinho. Então vale a pena cumprir esse desafio”, concluiu.
